Proctuberante
Tudo bem,Sou poeta, mas poetade poetas sem mimCom o corpo torpeem tentáculosIn.de artérias grossas e secas. Secominha orelha está machucadaDum feitode palavras; confeito que sangra. ………………….Estou sangue…………, salgado em sarjeta.
Tudo bem,Sou poeta, mas poetade poetas sem mimCom o corpo torpeem tentáculosIn.de artérias grossas e secas. Secominha orelha está machucadaDum feitode palavras; confeito que sangra. ………………….Estou sangue…………, salgado em sarjeta.
As lâmpadas todas acesas. Um eco musical vindo da sala, em casa que forma corredor passando pela sala de jantar. Corredor transformado pista de corrida pelas crianças, obstáculos aos adultos que, perturbados pela fome, vão e vêm numa inquietude agradável.…
de um sentimento alienado, calvário d’alma flageladaCevada ao meio comnuca morena e cabelo desfiado tentacionalmente planejadode poucas palavras,Arctic Monkeys e salivaacigarrada Argh! filho da puta de lábiomordido em malícia, tabaco e cocaína. Que delícia de precipício!
Glória guardava sua luvajá sujaDum sujo vermelhode um vermelho sujoÚmido e aguadoColoração amargadas guerras mal amadas Glória guardava sua luvaNuma caixa escuraem um armário sujoDe manchado mognoDum mogno manchadoEnvelhecido e sombrioArranjo medonhode feiras de antiguidade Glória já voltara tarde,no entardecer…
., um único volume,Sorvendo o mesmo rosto. folha de rostodedicatória, sumário e…Caralho!A noite já acabou?!.