Poeminha de janela
Na beira da cadeira, entre a mesa e o chão,Filha do vento da sacadaSenta-se a casquinha do pão
Na beira da cadeira, entre a mesa e o chão,Filha do vento da sacadaSenta-se a casquinha do pão
Sejao que florVenhao que vierEu sempre pagoo seu couvert
Coraçãogalvanizado; assaz.Entrou santosai satanás.
Este? Não sou eu…Este não sou eu.Este… Não sou eu.Este.. Sou eu.Este? Sou eu.Este sou eu. Não, não! Não sou eu.Agora sim; este sou eu.Quem sou eu?
Sob a sombra de uma casaNasceráOutros lugares pra morarMesmo que dentro de si As pedras no caminhoDe KandaharNunca levam ao marE empobrecem nosso fim O par de botas encravamNosso penarEm tantos vai e vemLembrando de seu all star