Bolsa
Paira sobre o telhadouma nuvem que guardacada centavo de nossa encruzilhada.
Paira sobre o telhadouma nuvem que guardacada centavo de nossa encruzilhada.
Eu ando cansadocom mil solas gastase não tem mais nada na cidadeQue eu já não tenha notadoEstou num sapato apertadodo seu lado A grama fria no meio fiosobe a calçadae me acolhe na madrugadaEu vejo a lua ensolaradame despertar logo…
Vou pegar este próximo ônibus pra Barão, meu amor, meu tesão…Guarde um beijo dentro da geladeiraque o meu queijo virou parmesão.
Você comeu a rabanada que eu fiz;o bolo gelado que minha mãe fez;Bebeu todo o leite que estava na geladeira. Você comeu as memórias em meu jardim,a quarta-feira; os meus livros; a minha tez.Os pasteis na feira. Não há como…
É tétrico; é tântricoo “amor”em sânscrito.