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Faça chegarfrestas da noitena janela do segundo andar.
Faça chegarfrestas da noitena janela do segundo andar.
Tem dia da semanaque chora o sambaA veia estouraqualquer diaO pandeiro sofrena garganta afinaalimentando a fadiga Eu morro, eu morro; morrido.Eu subo, eu suboo morro.E toda e qualquer-feiraeu corroperigo.Eu morro, eu morro; morrido. O batidão vem, o mal é bemcalçada…
Paira sobre o telhadouma nuvem que guardacada centavo de nossa encruzilhada.
Eu ando cansadocom mil solas gastase não tem mais nada na cidadeQue eu já não tenha notadoEstou num sapato apertadodo seu lado A grama fria no meio fiosobe a calçadae me acolhe na madrugadaEu vejo a lua ensolaradame despertar logo…
Vou pegar este próximo ônibus pra Barão, meu amor, meu tesão…Guarde um beijo dentro da geladeiraque o meu queijo virou parmesão.